Orfeu, a marca de café brasileiro mais premiada do mundo, propõe algo inovador: vai na contramão do mercado e deixa de exportar boa parte de seus lotes, para que o café de altíssima qualidade seja consumido pelo público brasileiro. Com o intuito de criar cafés originais, Orfeu convida chefs renomados para participarem de seu cuidadoso processo de produção. Nesse ano, o premiado chef Felipe Bronze é o parceiro da marca! Dessa união, nasceu o microlote Japy, café com notas de paçoca, tangerina e mel.

Absolutamente todo o processo de Orfeu Cafés acontece em fazendas próprias, desde a plantação até a embalagem. Isso possibilita uma grande gama de possibilidades, que a marca explora a favor do café, sempre buscando desenvolver novidades! Dessa vez, o cruzamento natural dos cafés Catuaí Vermelho e Icatu Amarelo deu origem a uma nova variedade, chamada de Japy. Foi no determinante processo de torra que o chef Felipe Bronze entrou em ação. Segundo o chef, “o fogo significa a transformação do alimento” e foi por isso que ele optou por levar os grãos de Japy à torra por mais tempo. Dessa forma, o café revelou um sabor fantástico, além de notas aromáticas de paçoca, folha de tangerina e favo de mel.

Nada melhor do que lançar o microlote Japy num dos restaurantes de Felipe Bronze! Assim, o Pipo, que traz em seu nome o apelido de infância do chef, foi o local escolhido para a ocasião. A proposta da casa é servir receitas mais casuais do que no outro restaurante de Felipe Bronze, o requintado Oro. Com a pegada comfort food extremamente bem executada, uma refeição no Pipo pode ser uma prazerosa viagem por sabores que são um afago ao paladar. Alguns pratos do cardápio fazem homenagens a estabelecimentos tradicionais do Rio, como o sanduíche “Cervantes”, que é uma releitura da famosa receita de um dos bares mais antigos de Copacabana. Inclusive, é nessa ideia de resgatar tradições e apresentá-las com toque de inovação que reside uma das grandes afinidades entre Orfeu e Felipe Bronze. Já que o chef, assim como a marca, procura equilibrar o antigo e o novo, sempre prezando pelo sabor!

Na noite de lançamento do microlote Japy, pudemos experimentar uma seleção do cardápio do Pipo. Foram diversas entradas deliciosas, dentre as quais se destacaram a delicada guioza de pato e a maravilhosa coxinha recheada de frango na brasa e acompanhada de espuma de catupiry defumado (sério, essa coxinha é surreal!). Como prato principal, servido em uma mini porção, uma costela de boi assada por 18 horas acompanhada de aipim, vinagrete, farofinha de ovo caipira, tartare de banana e couve rasgada. Prato sensacional, com um mix de texturas e sabores que surpreende! Durante o evento, o chef Felipe Bronze e a diretora geral de Orfeu, Amanda Capucho, contaram sobre a parceria e o processo que resultou num café tão único como o microlote Japy.

A essência de Orfeu fica evidente em cada detalhe… É uma marca que preza pela qualidade, sempre buscando oferecer cafés na sua melhor forma. Assim, incentivando o consumo de cafés especiais no Brasil (para ser considerado especial, o café deve receber pontuação acima de 80 do total de 100). Orfeu é uma empresa grande que mantém seus altos padrões sem abrir mão de características de pequenos produtores, a exemplo das mais de 300 famílias que moram nas fazendas cafeeiras, além de valorizar o consumo consciente de recursos naturais. Produzido no Sul de Minas, na Fazenda Laranjal, com altitude entre 1.100m e 1.300m, Japy é um café delicioso, uma bela surpresa ao paladar. O chef Felipe Bronze decidiu servir o café acompanhado de seu sensacional pudim de leite, chamado no cardápio do Pipo de “O” Pudim.

Eu venho tomando cafés especiais há algum tempo (os grandes responsáveis por isso são Orfeu e Sofá Café, com quem pude aprender sobre o incrível universo do café) e é realmente impressionante o quanto eles são diferentes dos industrializados difundidos no Brasil. Além de serem agradáveis ao paladar e não precisarem de adição de açúcar, cafés especiais também representam um ganho em termos de saúde, já que são produzidos de forma controlada preservando elementos naturais.

O microlote Japy está disponível em cápsulas (R$ 22,90 com 10 unidades), torrado e moído (R$ 22,90 com 250g) e em grãos (R$ 22,90 com 250g). Também existe um kit com uma xícara em cerâmica artesanal produzida pelo Atelier Muriqui e duas caixas de 250g de café torrado e moído (R$ 119,90). Todas as versões podem ser compradas no site oficial de Orfeu. No Rio de Janeiro, algumas opções também estão à venda nos supermercados Pão de Açúcar e Zona Sul.

  • Leia mais sobre Orfeu aqui, onde conto sobre o Bourbon Amarelo, microlote lançado em 2017 em parceria com o chef Thomas Troisgros.

*A experiência contada nesse post foi uma cortesia da marca.


  • Se você ama o Rio, entre no grupo do Vida Carioca no facebook – é um espaço para apaixonados pelo Rio! Só clicar aqui.
  • Você precisa de hotel no Rio? Reserve através desse link do Booking. Você vai pagar o mesmo valor e uma pequena comissão será revertida para o Vida Carioca, ajudando o blog a se manter. 😉

Escrever um comentário